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A hora e a vez do marketing de influência

Um em cada quatro usuários da internet já usam em seus navegadores de desktop bloqueadores de anúncio. Entre os dispositivos móveis, são 15% os que usam recursos para impedir a exibição de propagandas nos sites visitados. E a tendência para os próximos anos é que ambos os números aumentem.

Segundo as pesquisas realizadas pela Nielsen e a Revista Entrepeneur, até 2020 a expectativa é de que as marcas no mundo todo deixem de faturar US$ 12 bilhões por conta dos bloqueadores de adds. Como o valor estimado será compensando por outros meios de divulgação que deverão abocanhar essa fatia do mercado, isso significa que o marketing de influência terá uma relevância estratégica ainda maior para as empresas que se posicionam no meio digital.

O principal fator para o crescimento do marketing de influência em relação às propagandas tradicionais está na mudança de comportamento dos consumidores. De fato, 92% deles tende a confiar muito mais em recomendações de produtos feitas por pessoas do que por marcas, mesmo se forem pessoas que elas não conhecem. E é aí que entram os influenciadores digitais.

Considerando que 90% dos internautas usam as redes sociais e seguem influenciadores dos mais diversos segmentos, são inúmeras as possibilidades de ações de marketing para se atingir o público final através destes canais. Afinal, uma campanha bem planejada, valendo-se do bom relacionamento com os influenciadores certos, irá de encontro ao conteúdo de maior credibilidade que atrai os consumidores, atingindo assim os melhores resultados.

 

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