escopo imagem blog due

3 tendências para as redes sociais em 2018

Com o avanço dos acessos na internet, o marketing digital cresceu muito nos últimos anos e com ele o uso das redes sociais também. Além do surgimento de novas plataformas, vemos e vivemos com constantemente atualizações nas redes sociais que conhecemos, novas ferramentas e botões surgem durante o ano e o público vem se adaptando e aprendendo novas formas de se comunicar.

Mas você sabe quais redes cresceram mais em 2017?

As redes sociais com mais usuários no mundo ficam por conta do Facebook, Youtube e Instagram, respectivamente. São mais de 2.061.000.000 ativos somente no Facebook. Por isso, as marcas devem, estar atentas e investirem nesse canal de comunicação para o crescimento de suas marcas.

E as tendências para 2018, como ficam?

Facebook consolidado como plataforma de vídeo

A rede social continua tendo papel muito importante na comunicação de pequenas, médias e grandes empresas. Podemos perceber que ela vem sendo abastecidas pelas marcas, ainda que de modo tímido, com produção de vídeos. Em agosto de 2017 foi lançada a plataforma autoral da rede para algumas pessoas nos Estados Unidos, o Watch, o plano é que ele seja levado a todos os usuários em breve. O recurso permite que os usuários assistam a programas originais completos enquanto interagem na rede social, como um híbrido de YouTube e Netflix.

Stories ampliado como divulgador de produtos e serviços

O Stories se tornou uma referência mundial em vídeos curtos. Além dos usuários estarem utilizando muito a ferramenta, as marcas estão investindo cada vez mais nesse recurso, atingindo seu público alvo e possíveis consumidores. É possível fazer transmissões ao vivo e após elas terminarem, o Instagram permite que eles fiquem durante 24 horas disponíveis para os usuários terem acesso, como os vídeos e fotos postados dessa forma.

Chatbots agilizando o atendimento ao cliente

Os chatbots são sistemas de interação entre consumidores e empresas, ainda considerados uma novidade, porém a realidade é que diversas empresas já estão desfrutando dos benefícios dessa tecnologia. Em 2018 podemos esperar que as conversas com estes chatbots evoluirão para uma interação aprimorada, com respostas rápidas e maior precisão.

É fundamental que as estratégias de comunicação estejam alinhadas de acordo com essas mudanças e seja adaptável caso seja necessário. Cerca de 20% de todo o montante investido em publicidade no planeta já estão nas mãos do Google e Facebook.

A verdade é que o investimento em criações únicas será maior do que nunca, pois essa forma de comunicação e interação tem recebido feedback muito positivo pelo público, gerando mais engajamento e envolvimento com as marcas.

teste

Por que contratar uma assessoria de imprensa?

A mídia mudou muito com o crescente avanço dos meios digitais. Veículos mais tradicionais, como jornais, revistas, rádio e televisão, tiveram que mudar para se adaptar a esta realidade e hoje dividem espaço com canais em plataformas como o Facebook, Instagram, Youtube e outras redes sociais. Esta mudança nos meios de comunicação, cada vez mais consolidada, revolucionou a forma de se fazer marketing e acena com novos caminhos para a divulgação de sua marca. Por isso, é importante ficar atento para não perder oportunidades.

Hoje os veículos são muito mais numerosos, diversificados, especializados e atingem um número cada vez maior de pessoas, com um público bastante segmentado de acordo com diferentes áreas. O leitor interessado em gastronomia, por exemplo, antigamente tinha algumas dezenas de sites e revistas como fonte de informação sobre o assunto, alguns poucos programas na TV, e os cadernos especializados em jornais. Com o advento das redes sociais, porém, o mesmo leitor passou a contar com muitas outras opções, e opções muito mais acessíveis, com milhares de páginas disponíveis para o leitor seguir e consultar pela internet e pelo celular.

Outro diferencial é que os canais tornaram-se cada vez mais especializados, focando-se em públicos específicos e com conteúdos exclusivos. De fato, pode-se encontrar diversas páginas de culinária que tratem apenas de gastronomia vegana, receitas sem lactose e comida para crianças pequenas, entre tantos outros assuntos. E isso vale para qualquer área em que se produz conteúdo, desde as tendências de decoração até dicas de saúde. Enfim, quase todos os segmentos de atuação possuem canais de divulgação em potencial, voltados para o público que toda a empresa deseja atrair, para consolidar relacionamento e fideliza-lo.

Mas como se insere uma marca nestes canais? E quais os canais mais adequados para divulgação?

Antes de tomar qualquer decisão, é preciso alinhar as estratégias comerciais da empresa com ações de assessoria de imprensa. O trabalho da assessoria começa pelo bom relacionamento com os veículos, desde os editores de jornais e revistas até os influenciadores nas redes sociais. Este contato, fundamental para o trabalho de comunicação, abre portas para as marcas, porque confere um conhecimento amplo sobre cada veículo, incluindo as particularidades do público que atingem e o tipo de conteúdo que produzem.

Analisando estas variáveis, e aproveitando uma rede de contatos constantemente atualizada e aperfeiçoada, o assessor desenvolverá a melhor estratégia de divulgação do lançamento de um determinado produto, determinando qual mensagem será transmitida, para quem, quando e como. Estas ações bem elaboradas, que se beneficiam de planejamento, conteúdo de qualidade e o know how da assessoria de imprensa, fazem toda a diferença para se conseguir resultados positivos na comunicação da sua empresa. E farão cada vez mais diferença.

Assessoria_banner

A hora e a vez da Assessoria de Imprensa

O avanço do meio digital, as redes sociais, a crise editorial, a crise financeira e dezenas de outros argumentos haviam decretado a morte de uma das principais e mais valiosas ferramentas do marketing: a assessoria de imprensa. As companhias começaram a duvidar de sua eficácia, muitos empresários torciam o nariz, outros refutavam.

E, de fato, a internet e as redes sociais impulsionaram a velocidade com que a mensagem passou a circular e a forma como as informações impactavam no consumidor através desses novos canais. Assim, criou-se a falsa impressão de que a assessoria de imprensa não fazia mais sentido no cotidiano de pequenas a grandes empresas.

Acontece que agências e assessores de imprensa não souberam se adaptar aos novos tempos. Ao transitar pelo mundo online, simplesmente não adequaram métodos, sistemas e métricas de desempenho. E pior: continuavam aplicando – para não dizer se limitando – a metodologia de trabalho do mundo físico, leia-se jornais e revistas. Resultado: nunca funcionou!

Mas, no frigir dos ovos esse braço importante na estratégia de comunicação das empresas nunca morreu. Quem se adaptou sabe que houve uma mudança de nomes. O que antes chamávamos de release agora se transfigurou para ‘conteúdo’. Um release pode ser um vídeo para o Youtube, pode ser um texto com infográficos; uma sugestão de pauta para os veículos pode vir repleta de hashtags ou em um tweet. O approach com a grande mídia agora é feito pelo whats app. Mas, o objetivo é simplesmente o mesmo: transmitir uma mensagem de seu cliente para o mercado.

Essa nova engenharia da comunicação corporativa aconteceu de forma tão rápida e abrupta que causou uma reviravolta nas agências, fez assessores tomarem um grande susto. E sejamos honestos: foi uma mudança tão veloz que ainda nem foi bem assimilada pelo mercado. Mas, quem enxerga mais longe sabe que descartar essa ferramenta é abrir mão de uma estratégia que faz correr conteúdo em todas as mídias até chegar ao público final.

Ouso dizer que com toda essa reviravolta, chegou a vez e o momento de glória da Assessoria de Imprensa. Com tanta diversidade de canais, plataformas e formadores de opinião por todos os lados, é o assessor que saberá criar, conduzir o melhor conteúdo, eleger os melhores canais e determinar o que é relevante na comunicação da marca. Afinal, você sabe: estamos lidando com um público que cada vez mais escolhe o que quer ler, ouvir e assistir.

 

Tiago Costa

Jornalista, especializado em Comunicação Corporativa, é sócio da Agência DUE. Tem experiências em relações com a mídia em áreas como indústria, turismo, gastronomia, entretenimento e outras. Atua na área há 15 anos e tem em sua bagagem profissional experiência para empresas, setor público, feiras e eventos, incluindo atuação com a mídia em países da América Latina e Europa

comunicao

A importância da Comunicação para as Empresas

Sabemos que o ato de comunicar é inerente a qualquer ser vivo. Desde a Pré-História, entre 500.000 A.C. e 18.000 A.C, quando os homens passaram a viver em sociedade, eles perceberam o poder e a importância da comunicação, então desenvolveram a linguagem fazendo isso por meio de infinitas formas – sons, gestos, cores, desenhos, mas o motivo sempre foi o mesmo: transmitir uma mensagem e ser entendido.

Hoje, não é possível reduzir a comunicação à transmissão de mensagens, ela é mais do que isso, é a criação de um ambiente comum entre dois lados que participam fornecendo e extraindo informações entre eles.

Com tantas mudanças na sociedade, saber comunicar tornou-se algo essencial para todos os indivíduos. E não somente para eles, as empresas também devem se preocupar com a comunicação, em especial com as informações que são transmitidas por elas mesmas.

Segundo dados publicados na Revista Valor Setorial – Comunicação Corporativa (edição especial do Valor Econômico), a comunicação empresarial está configurada como uma área estratégica dentro das organizações, ocupando 68% dos cargos de gerência e diretoria e com investimentos próximos a 10% no ano de 2012.

As empresas podem conversar com seus públicos de diferentes formas e utilizando diversas ferramentas, mas é imprescindível contar com o auxílio de um profissional de comunicação ou de uma agência especializada.

As principais formas para um relacionamento saudável e duradouro entre a empresa e seus públicos são:

– Assessoria de Imprensa: É a ponte entre a empresa e os veículos de comunicação. Com isso, é possível conquistar visibilidade positiva e de confiança junto à sociedade, fortalecendo a imagem da empresa e a tornando referência no mercado.

– Comunicação Interna: A gestão eficaz melhora o clima organizacional, ajuda a motivar os colaboradores que passam a confiar mais na empresa onde trabalham por aprofundar-se mais nos seus processos internos, por opinar e participar das decisões, além de reduzir os custos e aumentar a rentabilidade dos trabalhos.

– Mídias Sociais: Empresas conectadas e engajadas com o mundo online tendem a possuir melhor relacionamento com clientes e fornecedores, transmitem melhor sua imagem e demonstram preocupação com a opinião de seu público.

É importante que a empresa encare a comunicação como uma aliada para os negócios, pois o bom relacionamento com seus públicos, interno e externo, assegura o reconhecimento perante a sociedade, valoriza os recursos e o potencial de seus colaboradores, e auxilia no fortalecimento da reputação.

 

 

Site Original: http://www.racecomunicacao.com.br/blog/a-importancia-da-comunicacao-para-as-empresas/

Autor: Maira Manesco

Data da Postagem: 01 de Agosto de 2013

ti-lideranca-estrategica-transformacao-digital-organizacoes

A transformação digital precisa de espaço

As organizações que privilegiam a transformação digital e utilizam a tecnologia de maneira estratégica para oferecer a melhor experiência ao cliente são as mais bem colocadas para ter sucesso na próxima década. Essa é a opinião de diversas empresas de pesquisa e é o que coloca milhares de empresas à frente de seus concorrentes.

Segundo a Gartner, estima-se que existam cerca de 125 mil grandes organizações que introduziram iniciativas de negócios digitais, e cujos CEOs esperam um aumento de mais de 80% em receitas digitais até 2020.

digitalA transformação digital é parte importante de qualquer empresa que quer se manter relevante. Inovar é algo que deve estar sempre presente e, quem não se adapta vira espectador das atualizações dos concorrentes e certamente fica para trás. Por isso é importante saber como tratar e incentivar essas mudanças, buscar novas soluções para seus produtos e serviços, criar novas possibilidades e até mesmo, buscar novos mercados e receitas.

Essa opinião é compartilhada por várias empresas de pesquisa, apesar do relato da Forrester que indica que apenas 27% das companhias têm uma estratégia coerente nesse sentido, demonstrando como isto impulsionará os negócios para o cliente.

O investimento em inovação tecnológica pode ocorrer até mesmo de formas simples, como apostar em Cloud Computing e redes híbridas, alternativas que reduzem a burocracia e facilitam tarefas complicadas. Criar um ambiente de trabalho aberto a novas ideias, incentivando a transformação digital, desenvolvendo produtos inovadores utilizando as melhores tecnologias.

Outro ponto essencial é que o uso constante de aplicativos móveis e serviços na nuvem, que podem ser acessados de qualquer lugar, faz com que negócios tenham que estar sempre disponíveis e de maneira segura para se manter ativos no mercado.

Se agarrar a modelos de negócio estáticos – mas que funcionam atualmente – e deixar de investir em opções inteligentes, capazes de atingir novos segmentos e oportunidades é um dos principais limitadores da inovação. Veja os modelos de negócio que distribuem música e filmes por meio da internet. As grandes produtoras e gravadoras não podiam imaginar que seu modelo de negócio precisava ser reinventado, atualizado.

A transformação digital precisa de espaço, e os limites impostos podem custar caro. Aqueles que ainda relutam a inovação tecnológica tem uma boa briga pela frente. Quando a burocracia tenta limitar a transformação digital, especialmente em níveis empresariais, oportunidades são perdidas, deixando de lado novos caminhos e possibilidades.

 

 

Site Original: http://digitalks.com.br/artigos/transformacao-digital-precisa-de-espaco/

Autor: José Renato Gonçalves

Data da publicação: 24 de Agosto de 2016

redacao-on-principais-caracteristicas-da-producao-de-conteudo-1000x563

Marketing ou Conteúdo?

A IPG, holding de comunicação e marketing, divulgou na primeira semana de setembro a quarta edição do estudo New Realities, que inclui o Brasil pela terceira vez. O levantamento, feito em 2015 com base em 3.600 entrevistas online em países como Brasil, China, Estados Unidos, Inglaterra e Rússia, mostrou que os consumidores estão cada vez mais interessados em receber informações sobre produtos e serviços, embora também desconfiem destas informações.
Os brasileiros são os que mais gostam de pesquisar sobre produtos: 72% dizem pesquisar sobre produtos antes de tomar decisões de compra, e 60% acham que as informações fornecidas pelas marcas são recompensadoras. Já os britânicos são os que menos apresentam este comportamento. Mais de 70% dos brasileiros buscam fontes confiáveis de informação, e este número é ainda maior entre consumidores mais velhos, entre 43 e 62 anos.
60% dos brasileiros concordam que a reputação de uma marca importa mais hoje em dia do que antes. Em 2011, esse índice era de apenas 34%. Aproximadamente um terço da base não acredita na maior parte das informações que vêm das marcas e não confia na informação oferecida pelas empresas. 40% dos respondentes no Brasil acreditam que as pessoas os valorizam pelo conhecimento sobre categorias de produtos. Entre os chineses, este número chega a 63%.
Globalmente, mais de 60% dos consumidores dizem não conseguir distinguir facilmente entre conteúdo de marketing e conteúdo não comercial nas redes sociais, o que contribui para a desconfiança generalizada em relação às mensagens comerciais. Os país mais desconfiado é a China, seguida de Índia, Brasil, Estados Unidos, Rússia e Inglaterra.
Quando questionados sobre a afirmação “Meu conhecimento sobre certos produtos melhora minha autoestima”, os brasileiros são os únicos a registrarem queda em relação à última e dição da pesquisa (de 39% para 35%) enquanto ingleses, americanos, russos, chineses e indianos tiveram um pequeno aumento.
“Vivemos o grande paradoxo da economia da confiança: se por um lado temos empresas como Uber, Alibaba e Airbnb, que são líderes em seus respectivos mercados sem terem um carro, estoque ou um imóvel sequer; por outro vivemos uma das maiores crises de confiança nas instituições de que temos notícia”, avalia Terry Peigh, vice-presidente sênior e diretor do IPG, em comunicado à imprensa.
Neste ano foram analisadas prioritariamente as categorias de serviços bancários, seguros, automotivo, computadores, softwares e fast food. As entrevistas foram feitas com homens e mulheres das gerações X, Y e Baby Boomers, sempre com acesso à internet.

 

 

Site Original: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/09/01/marketing-ou-conteudo.html

Data da postagem: 01 de Setembro de 2016

Untitled-1

Seja visto: a Comunicação via imprensa e seus benefícios às marcas

Não adianta: uma empresa pode fabricar o melhor produto do mercado, oferecer o serviço mais competente ao preço mais competitivo, mas se sua comunicação for ruim, o mercado não saberá dela e… Os clientes não virão tanto quanto se espera.

Afinal, quem não é visto, não é lembrado, já diz o bom e nada velho – aliás, cada vez mais atual – ditado. Para atrair a atenção e, principalmente, a intenção de compra, uma marca depende de vários fatores, mas a comunicação eficaz com o mercado está no centro das ações que devem compor uma estratégia bem-sucedida.

Esta comunicação se constrói com base em alguns pilares. A publicidade é um deles: anunciar é importante para mostrar a marca, torna-la conhecida, despertar interesse e criar necessidades no público-alvo.

Entretanto, esta é apenas uma parte do trabalho. Consolidar uma marca é tarefa multidisciplinar, e inclui uma sólida atuação de Assessoria de Imprensa.

Mas, se eu já anuncio, por que investir em Assessoria? Porque a publicidade vende. A propaganda tem seu papel, e ele é fundamental, mas todo consumidor sabe que aquela mensagem é paga, e, por isso, será dita da forma exata que o anunciante quiser.

Já na divulgação via imprensa, é diferente. O jornalista publicará as pautas com base em critérios de ética, informação, imparcialidade. Nenhuma empresa pagará ao veículo para ser notícia: o assunto precisa ser, de fato, “notícia” para ganhar espaço. O repórter ou editor precisa acreditar no que recebe, confiar na fonte emissora, obter conteúdo rico, detalhado, adequado ao público de seu veículo, e, a partir disso, compor a matéria.

Sim, porque o jornalista não publicará o texto pré-aprovado pela empresa, ipsis litteris, conforme acontece na propaganda. Um bom repórter buscará mais dados, fará entrevistas, consultará outras fontes, buscará arquivos e matérias anteriores, artigos relacionados ao tema, e escreverá um texto autoral acerca da pauta. Ele irá cobrir o assunto, não replicar fielmente o que receber.

E quem faz a ponte entre a empresa e a imprensa, quem atua no convencimento do jornalista, na triagem de dados que irão interessar a cada repórter de cada veículo, garantindo interesse para o tema e sua consequente publicação? Esse cara é o assessor.

Formado em Comunicação, o assessor saberá que temas trabalhar, e de que forma torna-los um texto atraente, para despertar o interesse da imprensa. Ele também trabalhará para conseguir que o jornalista entreviste a fonte assessorada e entregará ao colega dados adicionais que a empresa puder fornecer, elevando o conceito da marca junto ao veículo de mídia.

O assessor também saberá alinhar a expectativa da empresa em relação ao que será publicado, além de valorizar o trabalho do jornalista – muitas vezes, uma entrevista de meia hora rende uma publicação de cinco linhas e isso é muito bom e importante, sim. Aquelas cinco linhas consumiram trabalho de muito mais tempo, tenha certeza, por parte do jornalista, representam um espaço valioso, que resume o cerne da notícia que o veículo julgou importante publicar.

Mas o maior resultado na análise entre propaganda e notícia está em quem recebe. Para o público, um anúncio fala muito, e comunica super bem. Entretanto, é inegável: quem vê sabe que aquilo foi pago para ser dito. É o que a empresa quer dizer, da forma como a empresa quer dizer, sem questionamentos.

Já uma notícia, que passou pelo crivo de um ou mais jornalistas, precisou ser relevante, atual, verossímil, e é recebida de outra forma. A credibilidade aumenta. O leitor – ou espectador de qualquer veículo – sabe que o que está sendo noticiado não é a versão pura e simples da empresa, não foi pago para ser dito. Ao contrário, foi triado entre diversas outras pautas, eleito como mais interessante, retrabalhado por um profissional de comunicação e, então, publicado.

Credibilidade é o mote. E credibilidade é intrínseco à divulgação editorial, que é intrínseca ao trabalho de assessoria de imprensa. Nos tempos atuais, de transformação digital imperativa (aí estão Gartner e IDC que não nos deixam esquecer), a mudança na forma de comunicar, com a profissionalização das estratégias de relacionamento com a imprensa e o público, é uma necessidade para companhias de qualquer porte.

Ser visto é ser notado, lembrado em decisões de compra, comprado. Comunicar bem, com o auxílio de profissionais, é a chave para alcançar visibilidade.

Site Original: http://coletiva.net/artigos/2016/08/seja-visto-a-comunicacao-via-imprensa-e-seus-beneficios-as-marcas/
Escritor: Gláucia Civa Kirch
Data: 18 de Agosto de 2016

2-diferenca-inbound-marketing-outbound-marketing

Afinal, o que é Inbound Marketing?

1-o-que-e-inbound-marketing

Inbound Marketing é uma forma de pensar relativamente nova, baseada na ideia de compartilhamento e criação de um conteúdo de qualidade direcionado para um público-alvo, utilizando táticas de marketing online.
Esta personalização age como um ímã que atrai potenciais leads e clientes quando eles estão à procura de produtos e/ou serviços.

– Diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing:
O Inbound Marketing “novo marketing” é qualquer tática de marketing que se baseia em ganhar o interesse das pessoas em vez de comprá-las.
O Outbound Marketing “velho marketing” é qualquer tática de marketing que “empurra” produtos e/ou serviços para os clientes.

– O poder do Inbound Marketing em Números:
Inbound Marketing custa 62% menos que o Outbound Marketing
2/3 dos comerciantes dizem que o blog é “crítico” ou “importante” para seu negócio.
67% das companhias B2C e 41% das companhias B2B adquiriram um cliente através do Facebook.
57% das empresas adquiriram um cliente através do Blog e 42% através do Twitter.
Companhias que utilizam blogs tem 97% mais links para seus sites.
70% dos comerciantes dizem que blogam pelo menos uma vez por semana.
92% das companhias que blogam várias vezes por dia adquiriram um cliente a partir do seu blog.
46% das pesquisas diárias são para obter informações sobre produtos e/ou serviços.
72% dos executivos dizem que as mídias sociais ajudam no fechamento de negócios.
275% é o ROI (retorno sobre investimento) médio produzido a partir de campanhas de relações públicas online.

Site Original: http://viverdeblog.com/inbound-marketing/
Escritor: Henrique Carvalho
Data: 29 de Setembro de 2013

effective-online-communication-640x300

Gestão de Comunicação em Tempos de Crise

Todos os jovens sonham com o futuro, com as possibilidades de se desenvolverem como pessoas e profissionais. E, se eles têm acesso à informação e são incentivados a formar uma base de conhecimento, adquirem a confiança necessária para seguir em frente atrás das alternativas que surgem.

Mas, há aqueles jovens que não têm oportunidade de enxergar caminhos e ficam travados. Sofrem de uma paralisia formada por 95% de medo. Não conseguem conectar as informações e acham que o mundo conspira contra eles. A falta de confiança é uma consequência natural e, se não for eliminada, reforça ainda mais o momento de crise pessoal.

Na vida é assim, o futuro está associado às oportunidades que são criadas. Mesmo em momentos de crise, onde tudo pode acontecer, principalmente mudar, é preciso saber transformar as informações em conhecimento suficiente para gerar novas possibilidades e caminhos.

Criado para apoiar o governo americano na melhoria do desempenho de seus funcionários, a partir dos avanços alcançados por outras instituições na solução de desafios complexos, o Performance Improvement Council (PIC) revelou, em recente relatório, que funcionários motivados e engajados mantém com clientes interações positivas e atendimentos mais prestativos.

Outro dado interessante do estudo é que funcionários treinados e motivados são responsáveis por 80% dos atendimentos a clientes satisfeitos.

Em relação ao mesmo tema, a Towers Watson – consultoria global que auxilia as empresas para transformar risco em oportunidade de crescimento – aponta que os índices de produtividade diminuem significativamente quando os funcionários vivenciam na empresa altos níveis de estresse e desmotivação.

Segundo a consultoria, 57% dos funcionários que alegaram estarem desmotivados relataram que estavam infelizes na empresa que trabalham e que rendiam menos do que poderiam.

As duas realidades podem ser vigentes nas empresas. O antagonismo da motivação e da infelicidade no mundo corporativo depende, em parte, da forma como acionistas e líderes conduzem a comunicação e o relacionamento interno.

A situação fica ainda mais crítica em momentos de crise, quando o futuro se distancia dos propósitos dos gestores para dar lugar à busca compulsiva por mais produtividade e resultados, que precisam ser alcançados de imediato.

É neste estado de crise que, consequentemente, mudanças organizacionais acontecem e afetam diretamente a cultura e o clima organizacional, deixando os funcionários confusos, paralisados e desmotivados.

O ambiente organizacional precisa ser visto com atenção especial. Acionistas e lideranças precisam definir para as equipes que direção será tomada, qual futuro a empresa quer construir. Mais do que informar o rumo, devem ainda despertar neles o desejo de participar e se comprometer com este futuro.

Organizar a comunicação nas empresas torna-se essencial. Com a realização de diagnósticos sobre as percepções do estado de crise e do futuro desejado, fica viável definir os melhores caminhos para se alcançar os resultados necessários à existência da empresa no amanhã.

Sentimentos, razões, informações e conhecimento sobre as empresas são expressos pelos acionistas, líderes e funcionários. Quando cruzados e organizados, permitem a definição de contextos a serem considerados no planejamento de uma comunicação efetiva e customizada.

Muitas empresas que já tiveram seus estados de crise transformados em momentos de aprendizado organizacional defendem a importância do que foi para elas um ciclo virtuoso. Além da busca do equilíbrio financeiro e do resultado esperado, este ciclo incluiu o empoderamento para uma gestão competente e equipes colaborativas.

O estado da crise, quando usado como campo fértil, é um momento adequado para revisar processos, investir em conhecimento e criar espaço para inovar, mesmo que seja para identificar ideias e novas formas de reduzir custos. Lembre-se sempre: Nós, as pessoas, fazemos a diferença.

 

Site Original: http://nosdacomunicacao.com.br/gestao-de-comunicacao-em-tempos-de-crise/
Escritor: Paulo Clemen
Empresa: NOS da Comunicação01