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Quem são os microinfluenciadores e o que podem fazer por sua marca?

Quando as empresas pensam em marketing de influência é comum mirar em influenciadores com centenas de milhares ou mesmo milhões de seguidores nas redes sociais, sobretudo as personalidades e os canais mais conhecidos do grande público. Porém, nem sempre esta é a melhor estratégia. Uma boa solução, muitas vezes, é se concentrar nos chamados microinfluenciadores, que demandam investimentos menores e podem gerar um retorno em divulgação muito mais efetivo. Mas quem são eles?

 

O microinfluenciador é um usuário das redes sociais com número relativamente baixo de seguidores, até no máximo 10 mil. Esta cifra, contudo, não é o dado mais importante ao se analisar a importância de um microinfluenciador para uma ação de marketing. Diferentemente das celebridades e dos canais com milhões de seguidores, que garantem grande visibilidade e alcance entre um público bastante heterogêneo, o microinfluenciador atinge um número pequeno de pessoas em um grupo altamente homogêneo, de modo que sua divulgação pode ser muito mais certeira. Tudo depende da estratégia desenvolvida e o público alvo que se deseja atingir.

 

Por exemplo, se uma marca pretende divulgar a abertura de uma loja de bairro com artigos de decoração, o microinfluenciador mais adequado para uma ação de marketing é um morador desta região, especialista em decoração e que costuma comentar sobre suas experiências com marcas deste segmento nas redes sociais. Neste caso, a proximidade no relacionamento com seus seguidores e a autoridade sobre decoração tornam este influenciador uma fonte muito mais relevante do que uma celebridade distante, com interesses diversos e um público de seguidores com perfis variados.

 

Antes de escolher entre macro ou microinfluenciadores para uma ação de marketing, portanto, devemos nos perguntar: quais os objetivos da campanha? A meta é atingir o maior número possível de pessoas através de um canal de grande alcance ou dialogar com um público segmentado por meio de alguém com maior credibilidade, relevância e intimidade em relação aos seus seguidores? Se a estratégia for pela segunda opção, o trabalho com os microinfluenciadores certamente terá resultados melhores, mais positivos, assertivos e certeiros.

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Campanhas com Influenciadores: melhores métricas para analisar os resultados

As ações de Marketing de Influência já se consolidaram como grandes estratégias para as marcas conquistarem resultados de alcance e fidelização de clientes. Atualmente é uma das tendências mais fortes e seguirá em alta nos próximos anos. Porém ao projetarem suas ações ou fazer contato com os influenciadores, muitas marcas esquecem o quão importante é a mensuração de resultados.

Afinal, quais são as métricas que você precisa?

Métricas são os indicadores que mostram os impactos das suas ações. No Marketing de Influência, as métricas podem ser diversas. Mas antes de vê-las precisamos definir na fase de Planejamento de uma campanha os objetivos que se quer alcançar, e de acordo com eles traçar os resultados que você precisa.

Através dos seus objetivos você pode direcionar a escolha desses influenciadores. Por exemplo, se o objetivo da ação é maior alcance, deve-se buscar influenciadores de massa como celebridades, porém se o objetivo for venda, os micro influenciadores ou influenciadores de nicho são os mais indicados. Destacamos abaixo os principais objetivos e quais são as métricas necessárias para medir a sua ação:

Brand Awareness

É o alcance da sua marca, ou seja, o número de pessoas que terá contato com ela através do influenciador. Os indicadores são:

  • Visitantes e pageviews do site
  • Visualizações de vídeo
  • Cliques no link
  • Links de referência para a página

 

Engajamento

Se a ação tem a meta de gerar interação e melhorar a percepção de marca, as métricas devem mostrar o nível de envolvimento do público trazido pelos influenciadores. Acompanhe:

  • Comentários no blog
  • Interações nas redes sociais (comentar, compartilhar/repostar/retweetar, reagir, etc.)
  • Menções à marca nas redes sociais
  • Tempo de permanência na página

 

Geração de Leads

Quando o objetivo é gerar leads pra empresa, as métricas identificam a conversão de potenciais clientes em oportunidades de negócio pra marca. Por exemplo:

  • Formulários preenchidos
  • Downloads de materiais
  • Inscrições em webinars
  • Assinaturas de newsletter ou e-mail marketing
  • Taxa de conversão de visitantes em leads
  • Custo por Lead (CPL)

 

Vendas

Quando você quer que os influenciadores direcionem o público para compra deve monitorar as métricas relacionadas às vendas:

  • Vendas (e-commerce e loja física)
  • Receita
  • Ticket médio
  • Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

 

Retenção de clientes

Quando o seu foco é fidelizar os clientes atuais, as métricas para esse objetivo deve mostrar se os clientes estão retornando a partir da indicação dos influenciadores. Alguns exemplos:

  • Taxa de recompra
  • Taxa de renovação de assinatura
  • Custo de Retenção de Clientes (CRC)
  • Lifetime Value (LTV)
  • Receita de upsell e cross-sell

Entendendo seus objetivos e as métricas para mensurar seu resultados no Marketing de Influência, você poderá medir suas ações e potencializá-las além de trazer muito mais resultados para a sua marca.

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Agência DUE agrega grandes marcas nacionais ao portfólio

Agência finaliza o ano com 25 marcas atendidas em todas as áreas da comunicação e amplia área de atuação.

No ano em que comemorou uma década no mercado, a Agência DUE apresenta o balanço de 2017 com saldo positivo frente as adversidades impostas pelo mercado recessivo ao longo do ano. A empresa, que desde 2016 aumentou sua gama de soluções e marcou seu novo posicionamento como agência de marketing 360º, cresceu em todos os setores.

Ao longo do ano, a DUE atuou na comunicação de 25 marcas, entre elas grandes destaques nacionais como a indústria Sanremo, do Grupo Inbetta, e conquistas recentes como a indústria de chocolates Divine e a construtora DMD Participações. Outras empresas como a gigante Harald Chocolates também fizeram parte do grupo de empresas no portfólio da agência. Indústrias que estão despontando com velocidade no mercado como a Greenopen, na área de construção civil, também marca presença entre as marcas atendidas.

Com as novidades, a Agência DUE ampliou significativamente sua atuação em outros segmentos. Além da área industrial, solidificou sua força com clientes na área de hotelaria, gastronomia, entretenimento, turismo, eventos esportivos, direito, construção e mercado varejista.

Atualmente, a DUE dispõe de cinco braços de negócios: digital, design, conteúdo, assessoria de imprensa 2.0 e planejamento estratégico de comunicação. “A capacidade de entrega, serviços múltiplos e inteligência estratégica foram fatores decisivos, e que refletiram no crescimento ao longo do ano”, destaca um dos sócios da DUE, Leo Ribeiro.

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BLACK FRIDAY: SEJA TRANSPARENTE OU SERÁ CONSIDERADO UMA FARSA

Nesta sexta-feira, o país vai passar por um grande frenesi. Mundialmente conhecida e aguardada, a Black Friday faz com que consumidores virem a noite na porta de lojas ou fiquem grudados em e-commerces na busca por boas oportunidades. Entretanto, no Brasil a data é um pouco diferente, chegando ao ponto de ter distorcido a forma de aplicação e abordagem das promoções, para não dizer que, em muitas delas, o consumidor se sente lesado.

Infelizmente, a maioria dos negócios no país não sabem usar a Black Friday como uma grande oportunidade de atrair novos clientes, fidelizar outros e renovar estoques. Diferentemente dos Estados Unidos, onde nasceu esse marco no calendário, aqui em nosso país há muitas falhas. Falta de preparo das lojas físicas para receber o grande volume de clientes, o formato de promoções é duvidoso, o tipo de produto colocado na vitrine promocional não tem apelo necessário e pior do que tudo isso é a impressão dos consumidores, que consideram o evento uma piada, pois entendem que os descontos estão mascarados.

Tudo isso faz com que uma bela oportunidade de vendas em massa perca sua credibilidade e potencial. Mas, se sua marca, loja ou produto trabalhar o momento de forma inteligente, preventiva e principalmente transparente, a Black Friday é o momento ideal para não só aumentar vendas, mas conquistar novos públicos e trabalhar o branding da marca.

Lembre-se sempre de que este tipo de oportunidade pode elevar ou devastar sua empresa. Não faça promessas que não serão atendidas, veja realmente o estoque que você tem, que produtos serão trabalhados, qual a abordagem da campanha que fará, para quem é destinada, de que forma atingir às expectativas dos consumidores e principalmente, quais serão os descontos aplicados. Ou seja, faça um bom marketing!

O objetivo do evento é oferecer descontos fantásticos para que as pessoas possam comprar itens que não comprariam em outras datas. Sendo assim, se você não quiser realmente fornecer descontos relevantes e tiver uma comunicação falha, não participe do evento, pois você será considerado uma farsa. Proporcione uma boa experiência para o cliente e além de garantir seu sucesso, vai colaborar para melhorar as impressões negativas que os consumidores têm sobre a data.

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A difícil arte de converter dados em vendas

O maior desafio para o marketing atualmente é transformar dados em vendas, na opinião de 556 líderes de marketing de empresas B2B entrevistados para o relatório “Marketing de Alto Valor: conectando clientes por meio da tecnologia, análise e colaboração”, realizado pela Salesforce, empresa fornecedora de plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes, em parceria com a Harvard Business Review Analytics Service.

A segunda maior dificuldade é a integração entre as equipes de marketing e vendas. “A referência do cliente é a nova moeda de negócios, e o foco não é mais o que uma marca fornece, mas como ela fornece. Uma das premissas para uma melhor experiência é que as fronteiras entre vendas, marketing e atendimento sejam mais tênues”, diz Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para América Latina.

Mais da metade dos executivos disseram que a tecnologia é extremamente importante em todas as etapas do processo de compra, mas menos de um quarto disse usá-la extensivamente para gerenciar o relacionamento com seus consumidores. Apenas 38% dizem que suas ferramentas de marketing são integradas ao seu CRM.
Quando questionados sobre o uso de tecnologia da informação, analytics e automação nos esforços de vendas e marketing de suas empresas, apenas 15% dos entrevistados disseram ter práticas avançadas em análise e aproveitamento de dados. 35% usam ferramentas e práticas avançadas, mas não em todas as áreas, enquanto 36% fazem uso de forma limitada e não conectada. Já 13% utilizam apenas ferramentas práticas básicas, de forma limitada.

Para 63% das equipes “manuais”, com poucas ferramentas de automação, a falta de tecnologia é a principal barreira para suas ações de marketing. Para Daniel, a automação pode ajudar empresas a moldaram suas estratégias. “Toda essa revolução que estamos vivendo trouxe um arsenal novo para o profissional de marketing, que terá um papel mais analítico e estatístico, ajudando a alinhar os leads ideais, que efetivamente viram negócios e geram conversão”.

Quase metade das empresas (47%) repassam qualquer lead para a equipe de vendas, que por sua vez acaba desperdiçando informações dos consumidores. Segundo Daniel, não adianta aumentar o volume de leads, sem que haja uma preocupação com a qualidade das visitas e o alinhamento com a área comercial.

A maioria das empresas, das “manuais “ às “desenvolvidas”, pretende aumentar o uso de tecnologias de marketing nos próximos dois anos. A facilidade é o atributo mais valorizado entre as soluções de marketing, embora apenas 42% dos entrevistados acreditem que suas tecnologias de marketing são fáceis de utilizar. Outros 34% afirmam estar habilitados para acessar as análises que necessitam dentro de seus sistemas.

“Trabalhando com marketing digital ou off-line, os processos têm muita repetição, com tarefas específicas para qualificar e mapear as necessidades dos clientes, e a automação pode ajudar em campanhas de retenção”, acrescenta Daniel. Ele cita como exemplo as startups, que com a ajuda da tecnologia podem entender melhor seus clientes e prospects.“A automação permite que equipes de marketing pequenas tenham capacidade de uma grande empresa”, acrescenta.

Apesar de 75% dos entrevistados afirmarem que suas empresas adotam abordagens estratégicas em marketing, quase metade diz que seus objetivos são mais sobre vendas imediatas do que relacionamentos de longo prazo. Entre empresas avançadas, somente 25% priorizam vendas imediatas.

“O curto prazo é resultado de uma visão isolada e departamental, na qual os executivos são incentivados a trazer resultados rápidos. O raciocínio ideal seria pensar a conversa da empresa com o cliente, na qual o consumidor é um só, tanto para a área de marketing quanto para a de vendas”, afirma Daniel.

Em termos de integração entre as duas áreas, 72% das empresas que se enquadram no grau “avançado” dizem apresentar total integração, contra apenas 30% das “manuais”. Entre as “avançadas”, metade afirmou que a relação entre marketing e vendas é como uma parceria igualitária.

 

 

Site Original: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/09/02/a-dificil-arte-de-converter-dados-em-vendas.html

Autor: Karina Julio

Data de Publicação: 2 de Setembro de 2016

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Marketing ou Conteúdo?

A IPG, holding de comunicação e marketing, divulgou na primeira semana de setembro a quarta edição do estudo New Realities, que inclui o Brasil pela terceira vez. O levantamento, feito em 2015 com base em 3.600 entrevistas online em países como Brasil, China, Estados Unidos, Inglaterra e Rússia, mostrou que os consumidores estão cada vez mais interessados em receber informações sobre produtos e serviços, embora também desconfiem destas informações.
Os brasileiros são os que mais gostam de pesquisar sobre produtos: 72% dizem pesquisar sobre produtos antes de tomar decisões de compra, e 60% acham que as informações fornecidas pelas marcas são recompensadoras. Já os britânicos são os que menos apresentam este comportamento. Mais de 70% dos brasileiros buscam fontes confiáveis de informação, e este número é ainda maior entre consumidores mais velhos, entre 43 e 62 anos.
60% dos brasileiros concordam que a reputação de uma marca importa mais hoje em dia do que antes. Em 2011, esse índice era de apenas 34%. Aproximadamente um terço da base não acredita na maior parte das informações que vêm das marcas e não confia na informação oferecida pelas empresas. 40% dos respondentes no Brasil acreditam que as pessoas os valorizam pelo conhecimento sobre categorias de produtos. Entre os chineses, este número chega a 63%.
Globalmente, mais de 60% dos consumidores dizem não conseguir distinguir facilmente entre conteúdo de marketing e conteúdo não comercial nas redes sociais, o que contribui para a desconfiança generalizada em relação às mensagens comerciais. Os país mais desconfiado é a China, seguida de Índia, Brasil, Estados Unidos, Rússia e Inglaterra.
Quando questionados sobre a afirmação “Meu conhecimento sobre certos produtos melhora minha autoestima”, os brasileiros são os únicos a registrarem queda em relação à última e dição da pesquisa (de 39% para 35%) enquanto ingleses, americanos, russos, chineses e indianos tiveram um pequeno aumento.
“Vivemos o grande paradoxo da economia da confiança: se por um lado temos empresas como Uber, Alibaba e Airbnb, que são líderes em seus respectivos mercados sem terem um carro, estoque ou um imóvel sequer; por outro vivemos uma das maiores crises de confiança nas instituições de que temos notícia”, avalia Terry Peigh, vice-presidente sênior e diretor do IPG, em comunicado à imprensa.
Neste ano foram analisadas prioritariamente as categorias de serviços bancários, seguros, automotivo, computadores, softwares e fast food. As entrevistas foram feitas com homens e mulheres das gerações X, Y e Baby Boomers, sempre com acesso à internet.

 

 

Site Original: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/09/01/marketing-ou-conteudo.html

Data da postagem: 01 de Setembro de 2016

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Os 4 E’s do E-mail Marketing

O Fenômeno do Mundo Digital

 

Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado. Nossa vida cotidiana, principalmente daqueles que vivemos nas grandes cidades, está rodeada de tecnologia (computadores, celulares, câmeras digitais, televisões, tablets, etc).

Este fenômeno cultural se deve a múltiplos fatores que foram ocorrendo ao longo da história e que explicam o desenvolvimento das diversas inovações tecnológicas na área do marketing e da comunicação massiva, cujo objetivo principal é que nossa mensagem chegue cada vez a mais pessoas e com o menor custo possível.

Nas últimas décadas também nos tornamos cientes da escassez e da finitude dos recursos naturais do planeta, o que tem contribuído para o surgimento de movimentos, campanhas e legislações que buscam conscientizar a sociedade e regular o consumo destes recursos (papel, plásticos, água, etc).

Ao mesmo tempo o consumidor está cada vez melhor informado em relação aos seus direitos, olhando com maus olhos as empresas que realizam práticas desleais, que não se preocupam pelo meio ambiente ou que interrompem compulsivamente a sua vida cotidiana com ofertas.

Nesse contexto, o E-mail Marketing é uma ferramenta incrível não somente em termos de eficácia e economia de recursos, mas também (quando realizado corretamente) para gerar uma contribuição muito positiva à sociedade sobre ética e ecologia.

 

  • Conheça em detalhes as 4 E’s do E-mail Marketing a seguir:

Eficaz

O E-mail Marketing é o meio ideal para chegar de forma direta, rápida e massiva a milhares de pessoas onde quer que estejam. Em relação à publicidade em mídia impressa, você pode segmentar e personalizar a sua mensagem ao máximo e até viralizar a sua campanha nas redes sociais, aumentando seu impacto e taxa de abertura.

Outra de suas vantagens é a possibilidade de utilizar diversos formatos: você pode incluir imagens, música, vídeos e todos os tipos de ferramentas que ajudem a captar a atenção de seus clientes.

Mas isso não é tudo, com o E-mail Marketing você pode comprovar quase imediatamente o sucesso de uma campanha através de diversos relatórios que te permitem medir a taxa de abertura, de clicks e de rejeição, além de fazer um acompanhamento personalizado do comportamento de cada usuário. Isso te permitirá aplicar as correções necessárias.

Econômico

Enviar campanhas de E-mail Marketing tem um custo relativamente baixo em comparação com outros meios de comunicação tais como rádio, TV, SMS, imprensa gráfica, etc.

Com o E-mail Marketing você poderá chegar rapidamente aos seus clientes economizando tempo e dinheiro. Inclusive, serão descartados diversos gastos com selos, envelopes e impressões. Desta forma, sua capacidade e seu potencial arrasam com qualquer outra alternativa de marketing direto.

De acordo a um estudo de Gleanster, empresa americana de investigação de mercado, a razão mais poderosa para fazer E-mail Marketing por parte dos empresários é o seu baixo custo. Levando-se em conta essa informação, basta imaginar quanto se poderia economizar ao enviar uma campanha a 10.000 pessoas por e-mail ao invés de utilizar o envio postal convencional. Muito, não?

Ecológico

Tanto a sua produção quanto a sua distribuição são desenvolvidas em um ambiente digital sem utilizar quase nenhum recurso físico e economizando toneladas de papel. Você sabia que perdemos aproximadamente 90.000 quilômetros quadrados de bosques por ano devido à atividade da indústria de papel? Outra razão para apostar no E-mail Marketing!

Ético

Desenvolvido com responsabilidade e com a premissa do marketing de permissão, o E-mail Marketing te permite criar relações éticas, sustentáveis e respeitosas com seus usuários cadastrados, personalizando e segmentando a oferta para atender melhor às necessidades do seu mercado objetivo.

Para isso, basta construir a sua lista com usuários que realmente tenham se cadastrado em sua campanha, sem cair em práticas erradas como comprar base de dados.

 

 

 

Autor: Renato Silva Rodrigues

Site Original: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/as-4-es-do-e-mail-marketing/

Data da publicação: 06 de Setembro de 2013

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Afinal, o que é Inbound Marketing?

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Inbound Marketing é uma forma de pensar relativamente nova, baseada na ideia de compartilhamento e criação de um conteúdo de qualidade direcionado para um público-alvo, utilizando táticas de marketing online.
Esta personalização age como um ímã que atrai potenciais leads e clientes quando eles estão à procura de produtos e/ou serviços.

– Diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing:
O Inbound Marketing “novo marketing” é qualquer tática de marketing que se baseia em ganhar o interesse das pessoas em vez de comprá-las.
O Outbound Marketing “velho marketing” é qualquer tática de marketing que “empurra” produtos e/ou serviços para os clientes.

– O poder do Inbound Marketing em Números:
Inbound Marketing custa 62% menos que o Outbound Marketing
2/3 dos comerciantes dizem que o blog é “crítico” ou “importante” para seu negócio.
67% das companhias B2C e 41% das companhias B2B adquiriram um cliente através do Facebook.
57% das empresas adquiriram um cliente através do Blog e 42% através do Twitter.
Companhias que utilizam blogs tem 97% mais links para seus sites.
70% dos comerciantes dizem que blogam pelo menos uma vez por semana.
92% das companhias que blogam várias vezes por dia adquiriram um cliente a partir do seu blog.
46% das pesquisas diárias são para obter informações sobre produtos e/ou serviços.
72% dos executivos dizem que as mídias sociais ajudam no fechamento de negócios.
275% é o ROI (retorno sobre investimento) médio produzido a partir de campanhas de relações públicas online.

Site Original: http://viverdeblog.com/inbound-marketing/
Escritor: Henrique Carvalho
Data: 29 de Setembro de 2013

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DUE apresenta novo posicionamento

A DUE, agência de comunicação, apresenta ao mercado seu novo posicionamento, com objetivo de tornar-se digital em todas as frentes. Hoje, o marketing é a base para as atividades da agência, abrindo o leque para outras áreas como conteúdo digital, design e assessoria de imprensa focada para o meio online. “Temos equipes multidisciplinares envolvidas nestes processos, desde jornalistas, redatores, social medias, designers e relações públicas que juntos formam um time com inteligência estratégica.  Essa gama de soluções oferece uma inteligência completa para o cliente, facilitando processos e proporcionando dinamismo”, afirma Léo Ribeiro, diretor da DUE.

Ao longo dos últimos 10 anos de atuação, a DUE conquistou uma imensa reputação em comunicação corporativa e essa credibilidade impulsionou a agência a avançar por outras áreas e passar a oferecer novos produtos, serviços e soluções para seus clientes, especialmente no segmento digital.  “De forma clara leve e objetiva apresentamos em nosso site os cases de sucesso da DUE até aqui, além de contar um pouco de nosso dia a dia e dos resultados destes projetos” explica Léo Ribeiro. A atuação da empresa, que progrediu para além da Serra Gaúcha e Porto Alegre, chega também em Caxias do Sul e ao Vale dos Sinos.

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A função social da imprensa

Existem muitas maneiras de buscar conhecimento. Sentar à beira de um lago, a fim de observar os peixes nadando. Ler um livro. Assistir a um filme. Abrir um jornal e manter-se atualizado a respeito dos principais acontecimentos de nosso tempo. Seguindo nesta última linha, é justamente a imprensa – de jornais, sites, rádios, televisão etc. – o assunto deste texto. Até que ponto a necessidade de audiência atrapalha a função social dos veículos de comunicação? Ou seja, até que ponto atrapalha o compartilhamento de conhecimento?

A imprensa faz parte de um contexto que forma opinião. Em 2015, o noticiário foi péssimo em razão da tempestade política no Brasil, somada a outras crises registradas planeta afora. Eximir-se de comunicar as principais mazelas da civilização seria fraudar o jornalismo. O gosto pela notícia de cunho negativo, contudo, num universo que também comporta milhões de notícias positivas, é uma chaga das redações.

Os veículos têm a tarefa hercúlea de se manter atrativos; caso contrário, o modelo de negócios ruiria. Para isso, está entre os principais valores-notícia das redações o fato que choca, que gera repercussão. Conteúdos que edificam, mas nos fazem chorar ao mesmo tempo. Essa dinâmica é sensível nos telejornais. Os primeiros blocos metralham o espectador com notícias trágicas. No encerramento, uma reportagem menos dolorida. A tensão diminui, mas não sem deixar cicatrizes.

Ainda nesse espectro, é surpreendente observar como os telejornais de horários nobres se modificaram. Anos atrás, o tipo de notícia veiculada atendia ao público da manhã, por exemplo. Digamos que crianças e donas de casa. Hoje, não há horário para noticiar, com grande interesse, tragédias de diferentes magnitudes. É bombardeio atrás de bombardeio. O cenário negativo de nosso país virou atração para todo e qualquer receptor.

Notícias inspiradoras ganham pouco espaço. Essa é verdade (e ela agrava um clima de pessimismo coletivo). Mas seria injusto condenar a imprensa como principal força-motriz da infelicidade alheia. Inúmeros sociólogos criticam o esfacelamento do tecido social. A corrupção contaminou as esferas pública e privada. Há uma crise de valores morais, na qual o bem e o mal estão separados por uma linha tênue.

Se o jornalismo é pouco propositivo, ele divide essa falha com outros segmentos da sociedade. As escolas, por exemplo, com professores desmotivados e alunos alienados. As famílias, igualmente, são estruturas que passam por intempérie. Crianças e jovens ficam à mercê de uma base educativa ruim, que não impõe limites ou referenciais. Em vez de um mundo colorido, cheio de possibilidades, veem um mundo escuro, engessado.

A imprensa deve formar, informar e entreter, embora às vezes se esqueça de seus princípios basilares. No que corresponde a ela, cabe uma revisão conceitual sobre assuntos que vão, de fato, contribuir para o enriquecimento intelectual da audiência. O jornalismo, se propondo a conteúdos pessimistas, exclusivamente, não cumpre sua função social. Está na hora de voltar a cumpri-la. Quem sabe isso não inspire outras pessoas e setores a fazer o mesmo?

 

Escritor: Gabriel Bocorny Guidotti
Site Original: http://coletiva.net/artigos/2016/07/a-funcao-social-da-imprensa/
Data da postagem: 18 DE JULHO DE 2016

Influenciadores digitais: o que a sua marca tem a ver com isso?

Relacionar-se com o novo público requer conhecer seu universo e o que, de fato, tem influência no seu comportamento

Credibilidade e relevância em sua área de atuação. Essas são algumas características que fazem de uma pessoa comum, uma influenciadora. O “influenciador digital” é aquele blogueiro, youtuber ou uma web celebridade que apresenta representatividade e engajamento nas mídias e no segmento em que atua, seja em moda, gastronomia, hard news, entretenimento, entre outros.

Nem todo mundo apresenta o perfil de influenciador, porque, para isso, é preciso ser autêntico e ter paixão pelo que faz. Ser um líder e mediador, um especialista atuante e reconhecido na área. A influência nos meios digitais se espalha a cada dia pela amplitude da Internet, permitindo a uma pessoa (ou empresa) atingir um nicho específico.

São muitas as marcas que já, há muito tempo, usam a influência de celebridades para vender produtos e propagar ideias. Era como uma receita infalível: atletas vencedores e artistas cediam suas imagens para as mais diferentes campanhas – com a expectativa de que a boa reputação da celebridade, instantaneamente, migrasse para o consumo do produto recomendado. A tática remetia à ideia de passividade dos consumidores, que consumiam a idolatria por seus heróis via TV, rádio ou mídias offline, como jornais e revistas.

Entretanto, como as mídias online dominam cada vez mais a comunicação, este conceito está se alterando. Vivemos na era da geração onde impera o curtir, comentar e compartilhar. Sendo assim, não estamos apenas suscetíveis a uma grade de programação imposta por um determinado veículo, e sim aos conteúdos relevantes buscados ativamente que nos tocam e nos fazem interagir. Hoje o relacionamento entre conteúdo e público são uma via de mão dupla e o ideal é construir um engajamento capaz de formar promotores da marca no meio digital.

Esse cenário é perfeito para os influenciadores digitais. São eles que conseguem conversar diretamente com a nova geração de usuários e, principalmente, engajá-la nos mais diversos assuntos. As novas gerações cresceram acostumadas com a Internet e com este novo consumo de informação. Os comportamentos mudaram assim como os conceitos: se antes uma empresa poderia investir muito dinheiro em apenas um canal de divulgação, hoje é preciso diversificar os canais e, principalmente, os modelos de estratégia de comunicação. Apostar nos influenciadores digitais, no entanto, se confirma como um ótimo recurso para atingir estes objetivos.

A união entre as marcas e os influenciadores é parte importante das ações para ganhar a atenção do público em tempos de tanta dispersão, desde que pensada dentro de uma estratégia consistente de comunicação. Quem souber atuar com esta nova geração e as mensagens enviadas por eles já está a frente na consolidação de sua marca junto ao seu novo público.

Empresa: A2ad
Link:http://www.a2ad.com.br/blog/influenciadores-digitais-o-que-a-sua-marca-tem-a-ver-com-isso/

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Série Mídia- RÁDIO

RÁDIO
No trabalho, em casa ou no carro. Seja onde for o rádio ainda é uma das mídias mais presentes na vida dos brasileiros e uma das principais fontes de entretenimento para os consumidores do país. Entre os programas favoritos da programação das emissoras, as notícias despontam com 49%. Veja mais detalhes no vídeo case da DUE.

 

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Série Mídia- REVISTA

 

REVISTA
Entre 2014 e 2015 o Target Group Index analisou os consumidores de mídias no Brasil. A pesquisa constatou que jornais e revistas continuam no topo da lista como os mais confiáveis, independentemente se forem digitais ou impressos. Dentre os consumidores, as mulheres são maioria na escolha das revistas, e os homens na escolha dos jornais.

 

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Série Mídias – TV

 

TV
A televisão ainda é o meio de maior penetração no Brasil. Noticiários, filmes e novelas são os entretenimentos preferidos e nos quais a publicidade também aparece. Segundo os resultados de uma pesquisa realizada pelo Target Group Index, as propagandas de TV são interessantes e proporcionam assunto para conversas.
Quer saber mais sobre o perfil do telespectador brasileiro? Então assista ao vídeo case da Série Mídias, apresentado pela DUE.