foto blog

O que esperamos para esse ano do Instagram?

Com as atualizações das redes sociais, já começamos 2018 com algumas mudanças, principalmente no alcance orgânico das publicações nas redes sociais. Sabemos que no Marketing Digital, o Instagram é fundamental para a visibilidade da marca, interação com usuários e aumento de engajamento do público com a empresa.

No Brasil, em 2017, das 700 milhões de pessoas que acessaram o Instagram em cada mês do ano, 45 milhões delas estão em nosso país, representando quase um quarto da nossa população e além disso, aqui é o maior mercado do aplicativo fora dos Estados Unidos.

Desde 2012, a rede social mudou muito, passando de uma das primeiras redes sociais exclusivamente para acesso direto de um celular ao visualizar publicações no próprio desktop, porém mesmo assim seu formato continua sendo voltado para dispositivos móveis.

Hoje é possível postar fotos com proporções diferentes, além de vídeos e Stories com diversas interações como GIFS, por exemplo.

Mas afinal, o que podemos esperar para o ano de 2018?

Transmissões ao vivo
Programar transmissões ao vivo em seu planejamento é uma aposta alta e certeira. Além de você poder visualizar em tempo real quem está acompanhando a transmissão e ter a possibilidade de interagir com as pessoas que estão assistindo, o público tem acesso a ela após a transmissão ser encerrada, pois ela fica disponível nos Stories, dando a opção para o usuário visualizar tanto os Stories postados como a transmissão que foi realizada anteriormente, deixando disponíveis também pelas próximas 24 horas.

Engajamento
Como já podemos perceber em 2017, o engajamento ficou cada vez mais complicado de se obter e em 2018 não será diferente. O Instagram vai restringir a exposição da sua conta com base no envolvimento da página. Isso significa que comentários curtos como “gostei”, “quero” ou até mesmo “amei” não serão contabilizados como engajamento, o que deixa a publicação perder relevância no feed dos usuários que seguem a página. Mas para amenizar esse “desequilíbrio”, a plataforma contabilizará comentários que tragam mais envolvimento do público, ou seja, comentários relevantes e que realmente agregam a publicação. Para que isso aconteça, o comentário terá que conter quatro palavras ou mais para contabilizar de fato em seu engajamento.

Invista em conteúdo nos Stories
Use e abuse dessa ferramenta, faça com que seu perfil seja visto pelos seus usuários. Utilize as opções que a plataforma está disponibilizando, brinque com os gifs e as fontes, faça boomerangs, use os filtros, aproveite que agora é possível enviar fotos com formatos diferentes e não deixe de fora nenhum momento da sua marca. Responda sempre as interações feitas com seus clientes, esteja ativo e presente na vida do seu público.

Repost de conteúdos
A plataforma está prometendo trazer um botão para repostar conteúdos, deixando os usuários mais acomodados com a rede social, descartando o uso de outros aplicativos para realizar essa função. Isso facilitará (e muito) o compartilhamento de conteúdos postados por outras pessoas em seu próprio perfil.

Arquivar Stories
Outra novidade que a rede está prometendo para 2018 nos Stories é a possibilidade de arquivar tudo o que você postou em uma pasta pessoal no aplicativo sem precisar baixar os arquivos que você gosta em seu celular. Isso fará com que você não perca nenhum momento que você capturou e não precisará comprometer a memória de seu aparelho.

Gostaram das novidades? Essas são somente algumas que estarão presentes nesse ano. No blog da Agência DUE você fica por dentro de tudo isso e muito mais! Não fique por fora das nossas publicações, assine a nossa newsletter e adquira todas as novidades do Marketing Digital.

escopo imagem blog due

3 tendências para as redes sociais em 2018

Com o avanço dos acessos na internet, o marketing digital cresceu muito nos últimos anos e com ele o uso das redes sociais também. Além do surgimento de novas plataformas, vemos e vivemos com constantemente atualizações nas redes sociais que conhecemos, novas ferramentas e botões surgem durante o ano e o público vem se adaptando e aprendendo novas formas de se comunicar.

Mas você sabe quais redes cresceram mais em 2017?

As redes sociais com mais usuários no mundo ficam por conta do Facebook, Youtube e Instagram, respectivamente. São mais de 2.061.000.000 ativos somente no Facebook. Por isso, as marcas devem, estar atentas e investirem nesse canal de comunicação para o crescimento de suas marcas.

E as tendências para 2018, como ficam?

Facebook consolidado como plataforma de vídeo

A rede social continua tendo papel muito importante na comunicação de pequenas, médias e grandes empresas. Podemos perceber que ela vem sendo abastecidas pelas marcas, ainda que de modo tímido, com produção de vídeos. Em agosto de 2017 foi lançada a plataforma autoral da rede para algumas pessoas nos Estados Unidos, o Watch, o plano é que ele seja levado a todos os usuários em breve. O recurso permite que os usuários assistam a programas originais completos enquanto interagem na rede social, como um híbrido de YouTube e Netflix.

Stories ampliado como divulgador de produtos e serviços

O Stories se tornou uma referência mundial em vídeos curtos. Além dos usuários estarem utilizando muito a ferramenta, as marcas estão investindo cada vez mais nesse recurso, atingindo seu público alvo e possíveis consumidores. É possível fazer transmissões ao vivo e após elas terminarem, o Instagram permite que eles fiquem durante 24 horas disponíveis para os usuários terem acesso, como os vídeos e fotos postados dessa forma.

Chatbots agilizando o atendimento ao cliente

Os chatbots são sistemas de interação entre consumidores e empresas, ainda considerados uma novidade, porém a realidade é que diversas empresas já estão desfrutando dos benefícios dessa tecnologia. Em 2018 podemos esperar que as conversas com estes chatbots evoluirão para uma interação aprimorada, com respostas rápidas e maior precisão.

É fundamental que as estratégias de comunicação estejam alinhadas de acordo com essas mudanças e seja adaptável caso seja necessário. Cerca de 20% de todo o montante investido em publicidade no planeta já estão nas mãos do Google e Facebook.

A verdade é que o investimento em criações únicas será maior do que nunca, pois essa forma de comunicação e interação tem recebido feedback muito positivo pelo público, gerando mais engajamento e envolvimento com as marcas.

teste

Por que contratar uma assessoria de imprensa?

A mídia mudou muito com o crescente avanço dos meios digitais. Veículos mais tradicionais, como jornais, revistas, rádio e televisão, tiveram que mudar para se adaptar a esta realidade e hoje dividem espaço com canais em plataformas como o Facebook, Instagram, Youtube e outras redes sociais. Esta mudança nos meios de comunicação, cada vez mais consolidada, revolucionou a forma de se fazer marketing e acena com novos caminhos para a divulgação de sua marca. Por isso, é importante ficar atento para não perder oportunidades.

Hoje os veículos são muito mais numerosos, diversificados, especializados e atingem um número cada vez maior de pessoas, com um público bastante segmentado de acordo com diferentes áreas. O leitor interessado em gastronomia, por exemplo, antigamente tinha algumas dezenas de sites e revistas como fonte de informação sobre o assunto, alguns poucos programas na TV, e os cadernos especializados em jornais. Com o advento das redes sociais, porém, o mesmo leitor passou a contar com muitas outras opções, e opções muito mais acessíveis, com milhares de páginas disponíveis para o leitor seguir e consultar pela internet e pelo celular.

Outro diferencial é que os canais tornaram-se cada vez mais especializados, focando-se em públicos específicos e com conteúdos exclusivos. De fato, pode-se encontrar diversas páginas de culinária que tratem apenas de gastronomia vegana, receitas sem lactose e comida para crianças pequenas, entre tantos outros assuntos. E isso vale para qualquer área em que se produz conteúdo, desde as tendências de decoração até dicas de saúde. Enfim, quase todos os segmentos de atuação possuem canais de divulgação em potencial, voltados para o público que toda a empresa deseja atrair, para consolidar relacionamento e fideliza-lo.

Mas como se insere uma marca nestes canais? E quais os canais mais adequados para divulgação?

Antes de tomar qualquer decisão, é preciso alinhar as estratégias comerciais da empresa com ações de assessoria de imprensa. O trabalho da assessoria começa pelo bom relacionamento com os veículos, desde os editores de jornais e revistas até os influenciadores nas redes sociais. Este contato, fundamental para o trabalho de comunicação, abre portas para as marcas, porque confere um conhecimento amplo sobre cada veículo, incluindo as particularidades do público que atingem e o tipo de conteúdo que produzem.

Analisando estas variáveis, e aproveitando uma rede de contatos constantemente atualizada e aperfeiçoada, o assessor desenvolverá a melhor estratégia de divulgação do lançamento de um determinado produto, determinando qual mensagem será transmitida, para quem, quando e como. Estas ações bem elaboradas, que se beneficiam de planejamento, conteúdo de qualidade e o know how da assessoria de imprensa, fazem toda a diferença para se conseguir resultados positivos na comunicação da sua empresa. E farão cada vez mais diferença.

escopo imagem blog due

Área digital e projetos especiais com influencers impulsionam negócios

A área de marketing digital foi uma das que mais representou crescimento entre todos os serviços oferecidos pela agência em 2017. E, segundo os diretores, o ano que vem continuará sendo de investimentos no departamento, incluindo novidades no uso de novas ferramentas para ampliar o negócio de seus clientes.

“Desde que a agência mudou seu posicionamento no fim do ano passado, começamos a oferecer novos serviços integrados, atuando com força em todas as áreas do marketing”, destaca um dos sócios da empresa, Leo Ribeiro. Segundo ele, mesmo com a ampliação dos serviços, a maior parte das estratégias acaba caminhando para o digital. “Temos uma estrutura e um modelo de negócio que nos permite sermos mais ágeis, atingindo clientes de diferentes categorias, em sua maioria de médio porte, mas com resultados de relevância nacional”, menciona.

INFLUENCIADORES DIGITAIS

Os rápidos avanços da área digital culminaram com a estruturação, há cerca de um ano e meio, de uma unidade para projetos especiais com influenciadores digitais. “Somos uma das poucas e raras agências que buscou especialização neste segmento”, explica Tiago Costa, diretor da agência. De acordo com ele, esse tipo de estratégia já é adotado por diversas marcas no Brasil, de diferentes setores e não é diferente aqui com os clientes da agência. Mas o mercado ainda é carente e precisa amadurecer para esse tipo de trabalho. “Atuar com influenciadores requer conhecimento e ferramentas adequadas ao objetivo do projeto e ao nicho da marca. É algo que levamos à sério e profissionalizamos aqui na DUE”.

Projetos de sucesso com marcas como a Sanremo, Alpen Park, Caracol Chocolates, Harald Chocolates e outras desenvolvidas ao longo do ano apresentaram resultados em engajamento, números e ressonância das marcas no mercado. Em 2018, a agência prevê um calendário de ações com influenciadores não apenas com seus clientes, mas no desenvolvimento de atividades da própria agência, ligada a setores com os quais a DUE tem ligação.

analise-dados

A difícil arte de converter dados em vendas

O maior desafio para o marketing atualmente é transformar dados em vendas, na opinião de 556 líderes de marketing de empresas B2B entrevistados para o relatório “Marketing de Alto Valor: conectando clientes por meio da tecnologia, análise e colaboração”, realizado pela Salesforce, empresa fornecedora de plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes, em parceria com a Harvard Business Review Analytics Service.

A segunda maior dificuldade é a integração entre as equipes de marketing e vendas. “A referência do cliente é a nova moeda de negócios, e o foco não é mais o que uma marca fornece, mas como ela fornece. Uma das premissas para uma melhor experiência é que as fronteiras entre vendas, marketing e atendimento sejam mais tênues”, diz Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para América Latina.

Mais da metade dos executivos disseram que a tecnologia é extremamente importante em todas as etapas do processo de compra, mas menos de um quarto disse usá-la extensivamente para gerenciar o relacionamento com seus consumidores. Apenas 38% dizem que suas ferramentas de marketing são integradas ao seu CRM.
Quando questionados sobre o uso de tecnologia da informação, analytics e automação nos esforços de vendas e marketing de suas empresas, apenas 15% dos entrevistados disseram ter práticas avançadas em análise e aproveitamento de dados. 35% usam ferramentas e práticas avançadas, mas não em todas as áreas, enquanto 36% fazem uso de forma limitada e não conectada. Já 13% utilizam apenas ferramentas práticas básicas, de forma limitada.

Para 63% das equipes “manuais”, com poucas ferramentas de automação, a falta de tecnologia é a principal barreira para suas ações de marketing. Para Daniel, a automação pode ajudar empresas a moldaram suas estratégias. “Toda essa revolução que estamos vivendo trouxe um arsenal novo para o profissional de marketing, que terá um papel mais analítico e estatístico, ajudando a alinhar os leads ideais, que efetivamente viram negócios e geram conversão”.

Quase metade das empresas (47%) repassam qualquer lead para a equipe de vendas, que por sua vez acaba desperdiçando informações dos consumidores. Segundo Daniel, não adianta aumentar o volume de leads, sem que haja uma preocupação com a qualidade das visitas e o alinhamento com a área comercial.

A maioria das empresas, das “manuais “ às “desenvolvidas”, pretende aumentar o uso de tecnologias de marketing nos próximos dois anos. A facilidade é o atributo mais valorizado entre as soluções de marketing, embora apenas 42% dos entrevistados acreditem que suas tecnologias de marketing são fáceis de utilizar. Outros 34% afirmam estar habilitados para acessar as análises que necessitam dentro de seus sistemas.

“Trabalhando com marketing digital ou off-line, os processos têm muita repetição, com tarefas específicas para qualificar e mapear as necessidades dos clientes, e a automação pode ajudar em campanhas de retenção”, acrescenta Daniel. Ele cita como exemplo as startups, que com a ajuda da tecnologia podem entender melhor seus clientes e prospects.“A automação permite que equipes de marketing pequenas tenham capacidade de uma grande empresa”, acrescenta.

Apesar de 75% dos entrevistados afirmarem que suas empresas adotam abordagens estratégicas em marketing, quase metade diz que seus objetivos são mais sobre vendas imediatas do que relacionamentos de longo prazo. Entre empresas avançadas, somente 25% priorizam vendas imediatas.

“O curto prazo é resultado de uma visão isolada e departamental, na qual os executivos são incentivados a trazer resultados rápidos. O raciocínio ideal seria pensar a conversa da empresa com o cliente, na qual o consumidor é um só, tanto para a área de marketing quanto para a de vendas”, afirma Daniel.

Em termos de integração entre as duas áreas, 72% das empresas que se enquadram no grau “avançado” dizem apresentar total integração, contra apenas 30% das “manuais”. Entre as “avançadas”, metade afirmou que a relação entre marketing e vendas é como uma parceria igualitária.

 

 

Site Original: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/09/02/a-dificil-arte-de-converter-dados-em-vendas.html

Autor: Karina Julio

Data de Publicação: 2 de Setembro de 2016

redacao-on-principais-caracteristicas-da-producao-de-conteudo-1000x563

Marketing ou Conteúdo?

A IPG, holding de comunicação e marketing, divulgou na primeira semana de setembro a quarta edição do estudo New Realities, que inclui o Brasil pela terceira vez. O levantamento, feito em 2015 com base em 3.600 entrevistas online em países como Brasil, China, Estados Unidos, Inglaterra e Rússia, mostrou que os consumidores estão cada vez mais interessados em receber informações sobre produtos e serviços, embora também desconfiem destas informações.
Os brasileiros são os que mais gostam de pesquisar sobre produtos: 72% dizem pesquisar sobre produtos antes de tomar decisões de compra, e 60% acham que as informações fornecidas pelas marcas são recompensadoras. Já os britânicos são os que menos apresentam este comportamento. Mais de 70% dos brasileiros buscam fontes confiáveis de informação, e este número é ainda maior entre consumidores mais velhos, entre 43 e 62 anos.
60% dos brasileiros concordam que a reputação de uma marca importa mais hoje em dia do que antes. Em 2011, esse índice era de apenas 34%. Aproximadamente um terço da base não acredita na maior parte das informações que vêm das marcas e não confia na informação oferecida pelas empresas. 40% dos respondentes no Brasil acreditam que as pessoas os valorizam pelo conhecimento sobre categorias de produtos. Entre os chineses, este número chega a 63%.
Globalmente, mais de 60% dos consumidores dizem não conseguir distinguir facilmente entre conteúdo de marketing e conteúdo não comercial nas redes sociais, o que contribui para a desconfiança generalizada em relação às mensagens comerciais. Os país mais desconfiado é a China, seguida de Índia, Brasil, Estados Unidos, Rússia e Inglaterra.
Quando questionados sobre a afirmação “Meu conhecimento sobre certos produtos melhora minha autoestima”, os brasileiros são os únicos a registrarem queda em relação à última e dição da pesquisa (de 39% para 35%) enquanto ingleses, americanos, russos, chineses e indianos tiveram um pequeno aumento.
“Vivemos o grande paradoxo da economia da confiança: se por um lado temos empresas como Uber, Alibaba e Airbnb, que são líderes em seus respectivos mercados sem terem um carro, estoque ou um imóvel sequer; por outro vivemos uma das maiores crises de confiança nas instituições de que temos notícia”, avalia Terry Peigh, vice-presidente sênior e diretor do IPG, em comunicado à imprensa.
Neste ano foram analisadas prioritariamente as categorias de serviços bancários, seguros, automotivo, computadores, softwares e fast food. As entrevistas foram feitas com homens e mulheres das gerações X, Y e Baby Boomers, sempre com acesso à internet.

 

 

Site Original: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2016/09/01/marketing-ou-conteudo.html

Data da postagem: 01 de Setembro de 2016

7

Os 4 E’s do E-mail Marketing

O Fenômeno do Mundo Digital

 

Vivemos em um mundo cada vez mais digitalizado. Nossa vida cotidiana, principalmente daqueles que vivemos nas grandes cidades, está rodeada de tecnologia (computadores, celulares, câmeras digitais, televisões, tablets, etc).

Este fenômeno cultural se deve a múltiplos fatores que foram ocorrendo ao longo da história e que explicam o desenvolvimento das diversas inovações tecnológicas na área do marketing e da comunicação massiva, cujo objetivo principal é que nossa mensagem chegue cada vez a mais pessoas e com o menor custo possível.

Nas últimas décadas também nos tornamos cientes da escassez e da finitude dos recursos naturais do planeta, o que tem contribuído para o surgimento de movimentos, campanhas e legislações que buscam conscientizar a sociedade e regular o consumo destes recursos (papel, plásticos, água, etc).

Ao mesmo tempo o consumidor está cada vez melhor informado em relação aos seus direitos, olhando com maus olhos as empresas que realizam práticas desleais, que não se preocupam pelo meio ambiente ou que interrompem compulsivamente a sua vida cotidiana com ofertas.

Nesse contexto, o E-mail Marketing é uma ferramenta incrível não somente em termos de eficácia e economia de recursos, mas também (quando realizado corretamente) para gerar uma contribuição muito positiva à sociedade sobre ética e ecologia.

 

  • Conheça em detalhes as 4 E’s do E-mail Marketing a seguir:

Eficaz

O E-mail Marketing é o meio ideal para chegar de forma direta, rápida e massiva a milhares de pessoas onde quer que estejam. Em relação à publicidade em mídia impressa, você pode segmentar e personalizar a sua mensagem ao máximo e até viralizar a sua campanha nas redes sociais, aumentando seu impacto e taxa de abertura.

Outra de suas vantagens é a possibilidade de utilizar diversos formatos: você pode incluir imagens, música, vídeos e todos os tipos de ferramentas que ajudem a captar a atenção de seus clientes.

Mas isso não é tudo, com o E-mail Marketing você pode comprovar quase imediatamente o sucesso de uma campanha através de diversos relatórios que te permitem medir a taxa de abertura, de clicks e de rejeição, além de fazer um acompanhamento personalizado do comportamento de cada usuário. Isso te permitirá aplicar as correções necessárias.

Econômico

Enviar campanhas de E-mail Marketing tem um custo relativamente baixo em comparação com outros meios de comunicação tais como rádio, TV, SMS, imprensa gráfica, etc.

Com o E-mail Marketing você poderá chegar rapidamente aos seus clientes economizando tempo e dinheiro. Inclusive, serão descartados diversos gastos com selos, envelopes e impressões. Desta forma, sua capacidade e seu potencial arrasam com qualquer outra alternativa de marketing direto.

De acordo a um estudo de Gleanster, empresa americana de investigação de mercado, a razão mais poderosa para fazer E-mail Marketing por parte dos empresários é o seu baixo custo. Levando-se em conta essa informação, basta imaginar quanto se poderia economizar ao enviar uma campanha a 10.000 pessoas por e-mail ao invés de utilizar o envio postal convencional. Muito, não?

Ecológico

Tanto a sua produção quanto a sua distribuição são desenvolvidas em um ambiente digital sem utilizar quase nenhum recurso físico e economizando toneladas de papel. Você sabia que perdemos aproximadamente 90.000 quilômetros quadrados de bosques por ano devido à atividade da indústria de papel? Outra razão para apostar no E-mail Marketing!

Ético

Desenvolvido com responsabilidade e com a premissa do marketing de permissão, o E-mail Marketing te permite criar relações éticas, sustentáveis e respeitosas com seus usuários cadastrados, personalizando e segmentando a oferta para atender melhor às necessidades do seu mercado objetivo.

Para isso, basta construir a sua lista com usuários que realmente tenham se cadastrado em sua campanha, sem cair em práticas erradas como comprar base de dados.

 

 

 

Autor: Renato Silva Rodrigues

Site Original: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/as-4-es-do-e-mail-marketing/

Data da publicação: 06 de Setembro de 2013

2-diferenca-inbound-marketing-outbound-marketing

Afinal, o que é Inbound Marketing?

1-o-que-e-inbound-marketing

Inbound Marketing é uma forma de pensar relativamente nova, baseada na ideia de compartilhamento e criação de um conteúdo de qualidade direcionado para um público-alvo, utilizando táticas de marketing online.
Esta personalização age como um ímã que atrai potenciais leads e clientes quando eles estão à procura de produtos e/ou serviços.

– Diferença entre Inbound Marketing e Outbound Marketing:
O Inbound Marketing “novo marketing” é qualquer tática de marketing que se baseia em ganhar o interesse das pessoas em vez de comprá-las.
O Outbound Marketing “velho marketing” é qualquer tática de marketing que “empurra” produtos e/ou serviços para os clientes.

– O poder do Inbound Marketing em Números:
Inbound Marketing custa 62% menos que o Outbound Marketing
2/3 dos comerciantes dizem que o blog é “crítico” ou “importante” para seu negócio.
67% das companhias B2C e 41% das companhias B2B adquiriram um cliente através do Facebook.
57% das empresas adquiriram um cliente através do Blog e 42% através do Twitter.
Companhias que utilizam blogs tem 97% mais links para seus sites.
70% dos comerciantes dizem que blogam pelo menos uma vez por semana.
92% das companhias que blogam várias vezes por dia adquiriram um cliente a partir do seu blog.
46% das pesquisas diárias são para obter informações sobre produtos e/ou serviços.
72% dos executivos dizem que as mídias sociais ajudam no fechamento de negócios.
275% é o ROI (retorno sobre investimento) médio produzido a partir de campanhas de relações públicas online.

Site Original: http://viverdeblog.com/inbound-marketing/
Escritor: Henrique Carvalho
Data: 29 de Setembro de 2013