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Quem são os microinfluenciadores e o que podem fazer por sua marca?

Quando as empresas pensam em marketing de influência é comum mirar em influenciadores com centenas de milhares ou mesmo milhões de seguidores nas redes sociais, sobretudo as personalidades e os canais mais conhecidos do grande público. Porém, nem sempre esta é a melhor estratégia. Uma boa solução, muitas vezes, é se concentrar nos chamados microinfluenciadores, que demandam investimentos menores e podem gerar um retorno em divulgação muito mais efetivo. Mas quem são eles?

 

O microinfluenciador é um usuário das redes sociais com número relativamente baixo de seguidores, até no máximo 10 mil. Esta cifra, contudo, não é o dado mais importante ao se analisar a importância de um microinfluenciador para uma ação de marketing. Diferentemente das celebridades e dos canais com milhões de seguidores, que garantem grande visibilidade e alcance entre um público bastante heterogêneo, o microinfluenciador atinge um número pequeno de pessoas em um grupo altamente homogêneo, de modo que sua divulgação pode ser muito mais certeira. Tudo depende da estratégia desenvolvida e o público alvo que se deseja atingir.

 

Por exemplo, se uma marca pretende divulgar a abertura de uma loja de bairro com artigos de decoração, o microinfluenciador mais adequado para uma ação de marketing é um morador desta região, especialista em decoração e que costuma comentar sobre suas experiências com marcas deste segmento nas redes sociais. Neste caso, a proximidade no relacionamento com seus seguidores e a autoridade sobre decoração tornam este influenciador uma fonte muito mais relevante do que uma celebridade distante, com interesses diversos e um público de seguidores com perfis variados.

 

Antes de escolher entre macro ou microinfluenciadores para uma ação de marketing, portanto, devemos nos perguntar: quais os objetivos da campanha? A meta é atingir o maior número possível de pessoas através de um canal de grande alcance ou dialogar com um público segmentado por meio de alguém com maior credibilidade, relevância e intimidade em relação aos seus seguidores? Se a estratégia for pela segunda opção, o trabalho com os microinfluenciadores certamente terá resultados melhores, mais positivos, assertivos e certeiros.

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A hora e a vez do marketing de influência

Um em cada quatro usuários da internet já usam em seus navegadores de desktop bloqueadores de anúncio. Entre os dispositivos móveis, são 15% os que usam recursos para impedir a exibição de propagandas nos sites visitados. E a tendência para os próximos anos é que ambos os números aumentem.

Segundo as pesquisas realizadas pela Nielsen e a Revista Entrepeneur, até 2020 a expectativa é de que as marcas no mundo todo deixem de faturar US$ 12 bilhões por conta dos bloqueadores de adds. Como o valor estimado será compensando por outros meios de divulgação que deverão abocanhar essa fatia do mercado, isso significa que o marketing de influência terá uma relevância estratégica ainda maior para as empresas que se posicionam no meio digital.

O principal fator para o crescimento do marketing de influência em relação às propagandas tradicionais está na mudança de comportamento dos consumidores. De fato, 92% deles tende a confiar muito mais em recomendações de produtos feitas por pessoas do que por marcas, mesmo se forem pessoas que elas não conhecem. E é aí que entram os influenciadores digitais.

Considerando que 90% dos internautas usam as redes sociais e seguem influenciadores dos mais diversos segmentos, são inúmeras as possibilidades de ações de marketing para se atingir o público final através destes canais. Afinal, uma campanha bem planejada, valendo-se do bom relacionamento com os influenciadores certos, irá de encontro ao conteúdo de maior credibilidade que atrai os consumidores, atingindo assim os melhores resultados.

 

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Universo pet: 3 dicas de comunicação para ampliar o potencial de vendas

O famoso ditado que o animal de estimação é o melhor amigo do homem já extrapolou a relação de amizade com os seres humanos. Hoje, são verdadeiros e íntimos integrantes das famílias. Com esse status, representam amplo potencial de mercado, representando 130 milhões de pet em todo país.

Porém, ainda são poucas as marcas do setor que se comunicam de forma eficiente para posicionar a empresa no mercado, apresentar diferenciais e promover engajamento para vender mais. Um fator pouco observado pelas empresas é a mudança no perfil de compra e perfil de consumo de mídia. O uso sistemático de dispositivos móveis faz com que se abra uma oportunidade imensa para empresas, sobretudo as pequenas e médias, que nem sempre têm acesso à publicidade tradicional. Entre elas, estratégias de divulgação e ações de experiência ou parcerias com influenciadores digitais, youtubers, blogueiros e celebridades da internet geram resultados mais efetivos e significativos que os tradicionais meios publicitários.

Essa nova tendência não pode ser ignorada pelas marcas. O argumento para isso: 76% dos internautas brasileiros têm animal de estimação. É um público enorme, que navega em sites e redes sociais aproximadamente 14 horas por dia, de acordo com pesquisas. E melhor: é suscetível a qualquer produto que faça seu pet feliz.

Por isso, sugerimos três dicas de comunicação fundamentais para que sua empresa, produto ou serviço ganhe relevância e amplie o potencial de vendas.

 

1 – Embaixadores da marca

O desenvolvimento de campanhas por meio de embaixadores é usada para promover produtos, criar identificação e difundir o lifestyle da empresa no meio digital. Pode ser uma loja pet, uma marca de ração, o design de uma roupa para animais de estimação ou acessórios. Não importa! Se aplicada a estratégica correta, haverá divulgação espontânea com clientes que se identificam com o produto ou serviço. Mas, lembre-se: você deve ser peça ativa na comunicação interagindo, respondendo a seus consumidores e tornando a propagação da campanha ainda maior e mais efetiva. Essa é uma estratégia fundamental de relacionamento. Saiba que pesquisas apontam que 85% dos consumidores pesquisam e são influenciados antes da compra de produtos e serviços pet.

2 – Uso inteligente de seus canais digitais

As redes sociais, seu site ou e-commerce devem ser utilizados de forma criativa, não apenas com postagens rotineiras. Por exemplo, uma foto publicada pode ter um código de desconto que sua marca disponibiliza e, por meio dela, você pode mensurar quantas vendas surgiram.  Outra dica é apresentar testes com seu produto e dar feedbacks constantes para o consumidor a partir de postagens em sua time line. Lembre-se: apostar em relacionamento com o consumidor continua sendo a melhor estratégia de marketing para as empresas do mercado pet. Confiar o cuidado do animal de estimação à uma empresa não é fácil, então lealdade e segurança são fatores procurados pelos tutores. Eles procuram relacionamentos de longo prazo com a empresa, uma conexão emotiva. Vale reforçar que mais da metade dos donos de animais pet são fies à marca.

3 – Vídeos

Os vídeos são uma excelente maneira de divulgar produtos e serviços aos clientes. Eles aumentam o engajamento com a audiência, inclusive utilizando transmissões ao vivo. Mas, cuidado: aposte na qualidade de conteúdo, pois isso fará toda diferença. Você utilizá-los para falar sobre promoções, mostrar resultados de tratamentos veterinários, apresentar o seu espaço, etc.

Lembre-se: o segredo se resume em cinco palavras mágicas: criatividade + estratégia + conteúdo + conexão emocional e mensuração.

Tiago Costa, jornalista, especializado em Comunicação Corporativa e sócio da Agência DUE, de Porto Alegre.

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De que forma os influenciadores podem divulgar sua marca?

Já escrevemos aqui no blog sobre as mudanças nos meios de comunicação com o avanço das redes sociais e o papel da assessoria de imprensa para ajudar o marketing das empresas a se divulgarem neste novo cenário. Agora, vamos destacar especificamente a importância dos influenciadores digitais na promoção das marcas.

Ao se trabalhar com este público, o primeiro passo é saber identificar os influenciadores mais adequados para uma divulgação eficiente, de acordo com o segmento de sua empresa, sua área de atuação, seus lançamentos e seus produtos. Ou seja, o conteúdo produzido pelo influenciador deve estar alinhado com o que se pretende promover. E não basta apenas selecionar os canais com maior número de seguidores, curtidas e comentários nas redes sociais. É preciso realizar uma análise criteriosa sobre os interesses de cada influenciador, observar os tipos de publicação que ele costuma priorizar, analisar o público que o segue e como se dá a interação dele com estes seguidores.

Depois de selecionar os perfis mais adequados, devem ser desenvolvidas ações periódicas de relacionamento, com envio de releases, press kits, novidades e convites para eventos. Essa interação entre a marca e o influenciador precisa se basear em conteúdo relevante, desenvolvimento de ações diferenciadas e relacionamento personalizado, para que, com o tempo, e o influenciador venha a se tornar um promotor marca.

Ao criar este elo, a empresa estará abrindo portas de acesso a um público bastante amplo, especializado e ávido por novidades. Além disso, o conteúdo divulgado pelo influenciador tem enorme abrangência, relevância e, principalmente, credibilidade entre os seus seguidores. Portanto, a marca que cria uma boa relação com influenciadores também estabelece uma boa relação com seus consumidores, fidelizando quem já conhece seus produtos, conquistando novos clientes e despertando positivamente a atenção de um mercado potencial.

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Minha marca deve ter uma conta no Twitter?

Somente nos três primeiros meses do ano de 2017, 9 milhões de novos usuários aderiram a plataforma dos 140 caracteres (agora 280), a rede social tem muito espaço e visibilidade, mas ainda assim, fica atrás quando comparada ao crescimento do Facebook ou Instagram, por exemplo.

Isso não quer dizer que o Twitter está morto, ao contrário, muitas marcas possuem perfis ativos e investem em patrocínios, principalmente em vídeos. Quando se tratam de reclamações, o espaço sempre é lembrado pelos usuários — até mesmo aqueles que não estão conectados com frequência — sendo acessado para criticar, desabafar e de alguma forma, chamar a atenção de alguém ou de uma marca. É lá também que os memes da internet surgem e são replicados em outras redes sociais, gerando interação rápida e global.

Mas como saber se a minha marca deve estar inserida no Twitter?

Primeiro devemos analisar o seu público, caso ele esteja dentro dos padrões de envolvimento com essa rede social, certamente ter uma conta pode ser bem aproveitada e pensada estrategicamente, aplicando ações e trabalhando em cima de uma comunicação direcionada.

Segundo, é preciso analisar se o seu produto/serviço é adequado para ser reproduzido. No Twitter, a comunicação é bem mais despojada, ou seja, a linguagem deve ser adaptada e ficar similar a linguagem da plataforma, mas se o seu negócio é mais formal e você não quer ter esse posicionamento, o ideal é não possuir a rede social.

Caso você queira ter a conta somente por ter e não atualizar com frequência, não crie uma. Deixar o perfil parado sem novas informações pode trazer uma visão negativa com quem tenta entrar em contato. Um cliente jamais pode ficar sem resposta.

Por isso, contratar profissionais que trabalham com Marketing Digital é de extrema importância para que toda essa análise seja realizada e consequentemente a sua marca inserida dentro da comunicação que traga resultados e contribua para que os objetivos da sua empresa sejam atingidos.